Teatro e música se complementam através dos movimentos permitidos pela dança.
Para levar às salas de aulas um pouco dos ritmos e ainda oferecer aos alunos a oportunidade de desenvolver uma maior consciência diante de atos cotidianos, para eles ou para os adultos que convivem com eles, ampliando perspectivas para o futuro, proponho uma dinâmica que integra o teatro mudo dos movimentos aos ritmo ditado pela música através da dança.
Parte 1: Os alunos devem estar divididos em grupos de 4 a 6 integrantes.
Cada grupo vai receber a tarefa de criar uma cena sem falas, apenas com movimentos, mostrando estar em um ambiente específico. O desafio será mostrar a rotina deste ambiente, sem falar nada.
Como possibilidades para a distribuição dos ambientes/situações, temos:
Jardim - Plantação
Obra - Construção
Escritório - burocracia
Escola - Aula
Casa - Afazeres domésticos
Padaria - Culinária
Entre outros
Cada grupo deve organizar seus integrantes na dinâmica do ambiente que lhe couber, mostrando a integração entre eles.
O Teatro Mudo tem suas próprias regras e o professor deve estar atento na postura dos alunos quando à manipulação dos objetos imaginários que entrarem em cena. O peso e a dimensão dos objetos devem ser respeitados na dinâmica da cena, assim como os princípios da construção da cena.
A cena de cada grupo não deve durar mais de 1 min.
Parte 2 - Depois das apresentações de cada grupo, com todas as considerações que o professor tiver para fazer diante da performance deles, a atividade terá um desdobramento.
Os grupos serão convidados a apresentarem de novo suas cenas, porém com um diferencial: no decorrer das cenas serão colocadas músicas com ritmos diferentes (cabe ao professor selecionar previamente um repertório de 10 músicas) e as cenas devem seguir o seu curso no ritmo da música que estiver tocando, como em um musical.
Os alunos vão participar ativamente desta dinâmica, enquanto exercitam o corpo, a percepção e a criatividade.
Um espaço para trocas de ideias, onde sugestões de atividades e experiências vão se apresentar como cenário para uma discussão sobre a relação entre teatro e educação. Aproveite e participe.
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Profissões com Teatro
Depois de aquecer o corpo e a voz, proposta de atividade usando o teatro mudo e a improvisação.
Em duplas ou individualmente, os alunos terão a tarefa de montar uma cena muda (mímica) com começo, meio e fim, para retratar a rotina de uma profissão. Para tanto, o professor pode escrever várias profissões em pedaços de papel para serem sorteadas. Procure usar profissões presentes no cotidiano dos alunos e outras nem tanto (pode descrever em uma frase a profissão).
Os alunos terão 5 min para montar a cena que deverá durar 1 min. Os colegas deverão aguardar o final da apresentação (não esquecer dos aplausos) para começarem a pensar qual é a profissão apresentada. Nesse momento o professor pode intervir para apontar a importância de cada profissional para o equilíbrio da sociedade...
Como desdobramento, os alunos (ou duplas) podem relacionar suas profissões com a dos colegas (quais se complementam? como esses profissionais atuam conjuntamente?). Pode finalizar pedindo um registro por escrito sobre o assunto.
Várias são as possibilidades. Os alunos vão adorar.
Em duplas ou individualmente, os alunos terão a tarefa de montar uma cena muda (mímica) com começo, meio e fim, para retratar a rotina de uma profissão. Para tanto, o professor pode escrever várias profissões em pedaços de papel para serem sorteadas. Procure usar profissões presentes no cotidiano dos alunos e outras nem tanto (pode descrever em uma frase a profissão).
Os alunos terão 5 min para montar a cena que deverá durar 1 min. Os colegas deverão aguardar o final da apresentação (não esquecer dos aplausos) para começarem a pensar qual é a profissão apresentada. Nesse momento o professor pode intervir para apontar a importância de cada profissional para o equilíbrio da sociedade...
Como desdobramento, os alunos (ou duplas) podem relacionar suas profissões com a dos colegas (quais se complementam? como esses profissionais atuam conjuntamente?). Pode finalizar pedindo um registro por escrito sobre o assunto.
Várias são as possibilidades. Os alunos vão adorar.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Desdobramentos da Oficina de Teatro
As atividades propostas na oficina servirão como ponto de partida para as reflexões dos
professores, que dela participarem, sobre suas práticas pedagógicas. Cada um vai se sensibilizar com aquilo que se tornar significativo para sua própria experiência. Nesse sentido, espero que seja uma contribuição positiva auxiliando cada professor na mudança de postura em sala de aula – a partir da descoberta de talentos individuais – ou da utilização das atividades como fonte de inspiração para a concepção de novas atividades para seus alunos – permitindo que este se descubram para si mesmos e para seus professores.
É possível pautar uma prática pedagógica no Teatro, valorizando a arte e o lúdico sem
desvalorizar o conhecimento e a aprendizagem, pois ele tem em si um caráter educacional muito forte, uma vez que contempla a transmissão e defesa de ideias através de interpretações recheadas por gestos, palavras e cenários. A experiência teatral na sala de aula alia a arte – como produto e processo – com o saber formal e informal. Rechear as aulas com sons, movimentos e imagens vivenciados através da arte, usando o Teatro como arte integradora, proporciona momentos de descontração que associam a aprendizagem ao prazer e à beleza. Por outro lado, promove espaços de criação – individuais e coletivos – proporcionando o autoconhecimento dos alunos e a identificação e expansão de talentos.
O Teatro se mostra, então, como uma alternativa que auxilia e renova a escola diante dos
novos desafios impostos pela sociedade. Tais desafios colocam a necessidade de momentos para ouvir e espaços para falar, como mola propulsora para um convívio democrático e fértil.
professores, que dela participarem, sobre suas práticas pedagógicas. Cada um vai se sensibilizar com aquilo que se tornar significativo para sua própria experiência. Nesse sentido, espero que seja uma contribuição positiva auxiliando cada professor na mudança de postura em sala de aula – a partir da descoberta de talentos individuais – ou da utilização das atividades como fonte de inspiração para a concepção de novas atividades para seus alunos – permitindo que este se descubram para si mesmos e para seus professores.
É possível pautar uma prática pedagógica no Teatro, valorizando a arte e o lúdico sem
desvalorizar o conhecimento e a aprendizagem, pois ele tem em si um caráter educacional muito forte, uma vez que contempla a transmissão e defesa de ideias através de interpretações recheadas por gestos, palavras e cenários. A experiência teatral na sala de aula alia a arte – como produto e processo – com o saber formal e informal. Rechear as aulas com sons, movimentos e imagens vivenciados através da arte, usando o Teatro como arte integradora, proporciona momentos de descontração que associam a aprendizagem ao prazer e à beleza. Por outro lado, promove espaços de criação – individuais e coletivos – proporcionando o autoconhecimento dos alunos e a identificação e expansão de talentos.
O Teatro se mostra, então, como uma alternativa que auxilia e renova a escola diante dos
novos desafios impostos pela sociedade. Tais desafios colocam a necessidade de momentos para ouvir e espaços para falar, como mola propulsora para um convívio democrático e fértil.
Uma oficina de Teatro
Os participantes se apresentarão em duplas, um vai apresentar o outro para o grande grupo depois de uns minutos de conversa. Assim estamos exercitando o estreitamento das relações interpessoais, enquanto usamos estratégias de expressão oral e síntese de informações.
Em seguida, num círculo onde todos podem se ver, faremos o aquecimento da voz através de exercícios faciais (Abrir e fechar a boca, projeção da língua, movimento dos lábios...), vocalizações (vogais em sequência, por exemplo) e trava línguas. Com a voz aquecida, trabalharemos a impostação da voz e as nuances da leitura dramatizada através de um recital de poesias. Desta maneira trabalharemos a memória, o uso, projeção, proteção e potencialização da voz.
Depois da voz, o corpo. Primeiro faremos um alongamento rápido (braços sobre a cabeça, que olha para as mãos para inclinar todo o tronco e outros), começaremos a explorar o espaço (caminhadas com ritmos variados, na ponta do pé, sobre o calcanhar...) para depois trabalharmos expressões faciais (em duplas, um de frente para o outro: o que um fizer, o outro repete). Vamos explorar o movimento do corpo e a movimentação no espaço buscando um melhor aproveitamento do ambiente em que estivermos, no sentido de utilizarmos o corpo complementando a nossa linguagem.
Para finalizar a oficina, formaremos grupos para a elaboração de apresentações mudas. Cada grupo vai se posicionar de frente para a “plateia” para vivenciar, sem falas ou sons, reações de alunos diante de tipos estereotipados de professores. O grande grupo vai tentar identificar de qual tipo de professor que os “alunos” estão diante. O Teatro Mudo oferece diversas alternativas para a vivência do jogo teatral, pois nos exige o exercício da empatia. Ao nos colocarmos no lugar do outro, experimentamos suas sensações vividas.
Em seguida procuraremos nos expressar sobre tudo que presenciamos com o objetivo de organizar o pensamento de cada um a partir da fala.
Descobrindo Através da Arte Cênica Parte 2
Para preparar o corpo, podemos usar exercícios de alongamento, de concentração e de equilíbrio, valorizando o espaço físico disponível. Uma sequência de exercícios de corpo deve ser rápida e descontraída, e deve ser utilizada como uma introdução aos jogos teatrais.
Para desenvolver a voz, começamos com movimento faciais, seguimos com uma sequência de vocalizações e finalizamos com travalínguas para a dicção. Além dessas atividades, complementamos o espetáculo com uma preocupação plástica onde podemos utilizar as diversas manifestações artísticas dos alunos.
A produção plástica no teatro está sempre relacionada a alguma ideia e serve para que esta possa ser visualizada, na sala de aula, estas produções devem ter vínculo com algum conteúdo trabalhado.
Assim como a produção textual, a oralidade é um quesito muito apreciado na escola, mas para o ator, a fala é o cerne do seu trabalho. Não apenas a leitura do texto, mas as nuances, os sentimentos que, a partir deles, se expressam, o valor de cada palavra. Na sala de aula, a leitura bem feita é o primeiro passo para uma interpretação correta do texto proposto. Seja feita por um aluno, ou por um grupo, a leitura dramatizada depende de alguns fatores para que seja melhor aproveitada: deve ser feita de pé, em posição de destaque; é importante ensaiar, estudando o texto; o ideal é que o momento desta leitura seja especial, gerando expectativas.
Quando a Música é inserida no Teatro, ela se mescla à temática trabalhada em sala de aula, completando um cenário que amplia a percepção dos alunos sobre o tema trabalhado. Mas a música na sala de aula também pode ser vivenciada pelos alunos a partir da musicalidade dos sons do ambiente, na identificação de diferentes estilos musicais e na construção de instrumentos musicais.
E, finalmente, nos jogos teatrais, temos diversas linguagens diferentes que podem ser adaptadas à sala de aula, na dinâmica de um projeto. Podemos usar desde o Teatro mudo, pautado na mímica e nas expressões; a leitura dramatizada integrada à produção literária que se transforma em um recital de poesias; até uma produção teatral mais organizada, com roteiro, música, marcação de cena..., é interessante que o professor utilize essas diversas linguagens em um ano letivo, em experiências diversas os alunos desenvolvem visões complementares sobre o Teatro. Cada uma dessas propostas deve procurar integrar os conteúdos abordados no projeto, sendo utilizada também como uma forma de avaliação.
O Teatro na Sala de Aula
Da Arte Cênica, cuja manifestação central está no ato de representar (manifesto na interpretação do ator), surge a necessidade do desenvolvimento de outras competências. O ator, ao se preparar para o seu ofício, precisa exercitar a sua voz e o seu corpo para atuar em um ambiente devidamente organizado (cenário) que dá suporte ao texto teatral. Cada uma das competências apontadas, constituem áreas artísticas específicas que, na educação, podem fazer um movimento de ida e volta a partir da Arte Cênica.
As relações entre o ensinar e o encenar permitiram a introdução dos exercícios teatrais nas salas de aula de diferentes níveis. Pensando a sala de aula como um palco, professor e alunos como atores e o planejamento como o roteiro, podemos pensar, também na preparação das pessoas envolvidas do espaço para que o espetáculo aconteça.
Os fundamentos do Teatro envolvem o que está presente no ato de encenar. Um ator utiliza como instrumento o corpo e a voz; por isso essas duas dimensões precisam ser exercitadas antes da prática da interpretação em si. Na transposição da dinâmica teatral para a sala de aula, os atores que vivenciam o ato de ensinar e aprender também utilizam o corpo e a voz como instrumentos e, por isso, devem exercita-los para que estabeleçam uma comunicação mais dinâmica e efetiva em si. A Pedagogia do Teatro
O Teatro deveria ter um espaço dentro da sala de aula relacionando-se com os conteúdos, como uma ferramenta pedagógica. Mas não somente o Teatro, e sim a arte cênica como um ponto de integração entre a música, a dança, a literatura, as artes plásticas... proporcionando aos alunos a redescoberta do lúdico em um jogo democrático de ver e aparecer; falar e ouvir; e, principalmente, de aprender e ensinar.
Neste trabalho, a arte é observada sob a ótica das relações humanas, como um produto cultural que expressa e modifica tais relações. Desta forma, as ideias aqui expostas posicionam a arte (manifesta em uma linguagem teatral) como um ponto de encontro entre a sensibilização estética, o conhecimento e a percepção ética. E o teatro na educação é um caminho que desenvolve o senso ético e estético dos alunos. Mas além disso, as relações entre o ensinar e o encenar pode ser vivenciadas em uma prática pedagógica pautada nos fundamentos do teatro.
O Teatro é uma arte integradora por natureza, uma vez que exige de quem o vivencia o uso do corpo, da fala, do gesto como um caminho para a expressão e a comunicação. As manifestações artísticas apresentadas de maneira integrada a partir do Teatro permite uma visão coerente da Arte, demostrando as relações iniciais possíveis entre as diferentes faces do fazer artístico.
A Pedagogia do Teatro contribui para a formação dos alunos com o o desenvolvimento do senso ético, auxiliando na construção de valores, postura empática e crítica, ao mesmo tempo pode participar do desenvolvimento de um senso estético, através da valorização da criação associada à percepção do equilíbrio e da harmonia visual. É a associação do que é belo ao agir correto.
Descobrindo Através da Arte Cênica Parte 1
A vida na sala de aula oferece sabores e dissabores variados. Mas a docência é uma prática que exige exercício e experimentação constantes, onde cada dia, cada semana, cada trimestre, cada ano letivo se configuram como uma nova possibilidade; um reinício onde poderemos aproveitar os erros e acertos passados em busca de estratégias mais eficazes para a aprendizagem do público que recebemos.
O planejamento do professor reflete suas vivências, interesses e habilidades pessoais; deve contemplar as exigências do projeto político-pedagógico da escola e da legislação vigente; e deve, principalmente, adaptar-se às necessidades, percebidas pelo professor e sua turma, levando em consideração as individualidades lá existentes.
Existem diversas possibilidades do uso do Teatro na sala de aula a partir da relação entre Arte Cênica e Educação. Todos estão convidados a vivenciar atividades que poderão ser propostas em sala de aula, tais atividades serão contextualizadas e seu desdobramentos sugeridos.
Assim, professores e alunos serão convidados a descobrir um pouco mais de si mesmos e do grupo no qual estão inseridos, através do exercício da Arte Cênica.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Trava-Línguas
Como parte do aquecimento da voz, temos as frases com rimas e fonemas repetidos que servem para auxiliar o processo de consciência fonética, melhorando a dicção.
Além disso, são divertidos e desafiantes.
- Três pratos de trigo para três tigres tristes.
- O rei de Roma arruma da madri.
- Num ninho de amafagafas tinham sete amafagafinhos, quanto mais amafa gafa, mais amafagafinhos.
- Carlos pergunta pra Clara: - Ora, Clara, mas que cara! Clara responde para Carlos: - é claro, meu caro! eu quero um carro, mas é caro.
- O rato roeu a roupa do rei de Roma, e a rainha ruim resolveu remendar.
- O peito do pé do Pedro é preto. Nada é mais preto do que o peito do pé do Pedro.
- As bruzundangas do brica braque do Brandão, brocaram broques de bronze.
Brunidos, brocados, bruxolenatis. A brasa esbrazonadas, abrigos e brinquedos.
Para complementar, podemos realizar uma batalha de trava línguas:
- Dois grupos, um de frente para o outro de forma que fique um componente de cada grupo direcionado a um oponente do outro grupo.
- Cada grupo vai defender um trava-língua diferente (costumo usar "o rato" e "pé de Pedro")
- Os grupos vão defender sua fala, um de cada vez, inicialmente com as mãos para trás, e sem sair do lugar.
- Devemos estimular que cada grupo fale juntos, direcionado para o oponente à sua frente.
- Os grupos vão se alternando. Em seguida, indicamos que os braços poderão ficar soltos, gesticulando enquando o trava-língua é defendido.
- Para terminar, cada grupo poderá dar um passo à frente enquando fala, e depois retornar ao seu lugar.
Essa atividade estimula o trabalho em equipe, e relaciona a fala ao gesto.
Além disso, são divertidos e desafiantes.
- Três pratos de trigo para três tigres tristes.
- O rei de Roma arruma da madri.
- Num ninho de amafagafas tinham sete amafagafinhos, quanto mais amafa gafa, mais amafagafinhos.
- Carlos pergunta pra Clara: - Ora, Clara, mas que cara! Clara responde para Carlos: - é claro, meu caro! eu quero um carro, mas é caro.
- O rato roeu a roupa do rei de Roma, e a rainha ruim resolveu remendar.
- O peito do pé do Pedro é preto. Nada é mais preto do que o peito do pé do Pedro.
- As bruzundangas do brica braque do Brandão, brocaram broques de bronze.
Brunidos, brocados, bruxolenatis. A brasa esbrazonadas, abrigos e brinquedos.
Para complementar, podemos realizar uma batalha de trava línguas:
- Dois grupos, um de frente para o outro de forma que fique um componente de cada grupo direcionado a um oponente do outro grupo.
- Cada grupo vai defender um trava-língua diferente (costumo usar "o rato" e "pé de Pedro")
- Os grupos vão defender sua fala, um de cada vez, inicialmente com as mãos para trás, e sem sair do lugar.
- Devemos estimular que cada grupo fale juntos, direcionado para o oponente à sua frente.
- Os grupos vão se alternando. Em seguida, indicamos que os braços poderão ficar soltos, gesticulando enquando o trava-língua é defendido.
- Para terminar, cada grupo poderá dar um passo à frente enquando fala, e depois retornar ao seu lugar.
Essa atividade estimula o trabalho em equipe, e relaciona a fala ao gesto.
Exercícios de Voz
O som articulado é uma dádiva humana, cotidianamente estamos juntando pequenas unidades sonoras, criando expressões orais que tem funções sociais, culturais e artísticas.
Na sala de aula, a palavra é o caminho natural do processo educativo. Tanto para o professor quanto para o aluno, o uso adequado de sua voz depende de exercícios e experimentações.
Todos temos que aprender a nos expressar oralmente, pois o tempo todo estamos buscando maneiras de transmitir para o outro um pouco do que guardamos dentro de nós.
Para encontrarmos a nossa voz, precisamos passar por 2 grupos de atividades:
Ginástica facial
- Abrir e fechar a boca o máximo possível
- Sorriso largo seguido de bico
- Exercitar a língua dentro da boca
- Sopro (massageia das cordas vocais)
- Tremer os lábios
Aquecimento vocálico
- Sonorização dos fonemas (Vogais ou todos)
- Alteração do volume da voz (alto, médio ou baixo)
- Imitação do som dos animais
Na sala de aula, a palavra é o caminho natural do processo educativo. Tanto para o professor quanto para o aluno, o uso adequado de sua voz depende de exercícios e experimentações.
Todos temos que aprender a nos expressar oralmente, pois o tempo todo estamos buscando maneiras de transmitir para o outro um pouco do que guardamos dentro de nós.
Para encontrarmos a nossa voz, precisamos passar por 2 grupos de atividades:
Ginástica facial
- Abrir e fechar a boca o máximo possível
- Sorriso largo seguido de bico
- Exercitar a língua dentro da boca
- Sopro (massageia das cordas vocais)
- Tremer os lábios
Aquecimento vocálico
- Sonorização dos fonemas (Vogais ou todos)
- Alteração do volume da voz (alto, médio ou baixo)
- Imitação do som dos animais
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